Dela. E ela. Nada se sabe....
(Quem é você?)
Estranheza.
Dona de incertezas, ou ‘poucas certezas’?
Lá de dentro é possível ver uma alma amarga, com cicatrizes
costuradas por fitas doces.
Estaria ela deixando que a loucura lhe apresente novos
caminhos? Ou estaria ela ‘apenas’ nos ‘’insertando incertezas’’ a cada silêncio
ou a cada quebra dele?
Incerta, contrabalanceando a razão. Avesso do avesso.
Ela. Mistério.
Um mistério composto por um rosto só, por passados que não
encontram seu lugar.
(QUANTO MISTÉRIO, CORTA!)
Ela. Dona de acordes dissonantes, que borra o destino que
outrora ela mesma escreveu.
(Por que não resolves “procrastinar” o pensamento no depois?
Por quê?)
(Quem é Ela?)
Ela. Faz nascer uma flor a cada fita,
um medo a cada risco,
uma culpa a cada ‘’erro’’,
um amor a cada dor. Uma dor a cada amor.
Uma beleza a cada traço recôndito do seu rosto.
Um nada a cada
tudo...
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