Mochila nas costas, ela carrega dores, sacrifícios...
O passado está em pó, ela retira e declama por meio de
mensagens.
Ela: “Eu preciso te dizer algumas coisas sobre mim”
Fraturas no peito, coração meio sei lá, meio quebrado.
Ela não ta mais nem ai para o que se diz do amor.
Ela: “Eu gosto muito de você”
Sai daí tempo, isso não quer dizer nada. Mas a pura verdade é que faz pouco tempo.
Ela continuou a viagem, fez da solidão sua morada e deu cor
a suas tardes.
Se transformou na boa selvagem que foi em alguns anos. Mansa
e carinhosa outrora.
Via a lua e o sol nascer por entre o espelho...
E deixou a loucura lhe apresentar seus novos amigos.
Prazer. Desvio de olhos, quem é você?
Aponta-se características, quem é você?
Nessa viagem a gente troca de papel. Eu recolho as suas
dores. Eu sou você.
Só por essa viagem ela falou: “eu sou vulnerável a você!”

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