Certamente uma das coisas que
mais atormenta o ser humano é a possibilidade de escolhas. A escolha do passado
que se foi, a escolha do presente que se vive hoje e do que vamos fazer para
sentirmos melhor amanha. A verdade é que sempre surge aquela duvida se a melhor
escolha foi a que a gente acabou de decidir, se não vamos nos arrepender por
não ter seguido o outro caminho, a outra vontade, a outra pessoa, o outro
emprego. Pensamos se não deveríamos ceder um pouco e abrir mão de uma parte de
nós que nunca nos fez falta até hoje. A ilusão da vivência em uma escolha
errada e o desanimo de está no caminho errado, pode corroer nossos pensamentos,
nos fazer se sentir menores em alma e espírito. Eu pensei que acertaria todas
as minhas escolhas milimetricamente calculadas a base de erro, mas na verdade é
que quanto mais a gente calcula, mas a probabilidade mínima de erro nos
surpreende e arrebenta a nossa tão sonhada tecla de previsão.
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