sábado, 14 de junho de 2014

Certamente uma das coisas que mais atormenta o ser humano é a possibilidade de escolhas. A escolha do passado que se foi, a escolha do presente que se vive hoje e do que vamos fazer para sentirmos melhor amanha. A verdade é que sempre surge aquela duvida se a melhor escolha foi a que a gente acabou de decidir, se não vamos nos arrepender por não ter seguido o outro caminho, a outra vontade, a outra pessoa, o outro emprego. Pensamos se não deveríamos ceder um pouco e abrir mão de uma parte de nós que nunca nos fez falta até hoje. A ilusão da vivência em uma escolha errada e o desanimo de está no caminho errado, pode corroer nossos pensamentos, nos fazer se sentir menores em alma e espírito. Eu pensei que acertaria todas as minhas escolhas milimetricamente calculadas a base de erro, mas na verdade é que quanto mais a gente calcula, mas a probabilidade mínima de erro nos surpreende e arrebenta a nossa tão sonhada tecla de previsão.  

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